"Nem da alma nem do coração. Os personagens de Ana Paula Maia sofrem do fígado.”
O Estado de São Paulo

“É preciso entender muito de ficção, de realidade e de representação da realidade para poder escrever assim.”
O Globo

“Ana Paula encontra, em meio às manobras mais repulsivas, o tom mítico de uma maldição bíblica, disfarçada nos popismo de superfície.”
Rolling Stone Brasil

"Suas palavras surgem como elementos secos, pedaços de osso que vão montando o esqueleto de um monstro bastante familiar, que nada mais é do que a realidade da qual a gente se acostumou a desviar o rosto.”
UOL

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29.7.13

LEA - festival de literatura Ibera-americana. Atenas.


No mês passado, junho, estive em Atenas, na Grécia, para participar de um evento literário no Instituto Cervantes, a convite da Embaixada do Brasil em Atenas. A noite foi mediada pela tradutora Maria Papadima, grega que fala português. O público estava interessado e participou com perguntas. Encontrei alguns brasileiros na plateia sedentos pelo Brasil. hehe. A conversa foi muito boa, mais discurso do que conversa, porque falo pelos cotovelos. Mas parece que gostaram.


O céu de Atenas era de um azul estonteante. O calor era bem intenso. Então as cores da cidade é o marrom e o azul. Marrom, pois é um lugar parcialmente desértico, aquela cor de barro que nem temos no Brasil. É seco e pedregoso. O céu, azul límpido. Entre a terra e o céu, está a Acrópole. Às vezes, tinha a impressão de que a Acrópole nunca foi construída, mas que pousou no alto da montanha. 

O Instituto Cervantes é lindo e os funcionários muito simpáticos. O Victor, diretor do Instituto e sua linda, Linda, esposa, foram incríveis. A foto abaixo estamos nós três. Tirada numa rua em Atenas pelo Daniel Mordzinsk, o fotógrafo.



Curioso que ele me mandou fazer essa pose, porém nada sabe das minhas convicções religiosas. Pois bem, é na cruz que todos os dias penso e é pra lá que vou em alguns dos meus dias. Aliás, cruz é o meu último nome (sobrenome).


E esse passeio em Atenas, com um fotógrafo do lado, redeu belas fotos.


E um dos lugares mais incríveis, não só pela beleza, mas pela história é a Stoa de Átala, e saber que Platão passeava por aqui, pensando, pensando...
O lugar foi reconstruído, para dar a ideia exata do que era.


3 comentários:

Ana Paula Maia disse...

comentário ativado.

L.G. Bayão disse...

Demais, Ana!

Flávio Corrêa de Mello disse...

É bacana a troca com o público estrangeiro. Atenas e Rio de Janeiro, dois lugares onde o olho do furacão está em alta. Parabéns.